Onde está a Crise?



Boa tarde, caros leitores! Voltei para mais um colóquio com vocês.


Fugindo ao tema inicial, amparado nas minhas vivências acadêmicas e profissionais, as “Artes”, venho hoje me pronunciar a respeito da Mola Mestra do Mundo, o Dinheiro, apelidado afetivamente de dindin, bufunfa, tostão, verdinhas, dólares, la plata, “faz me rir”, etc ...


Há duas semanas, ouvi uma expressão curiosa de um jovem colega do Soteroprosa, a respeito de tirar “escorpiões” do bolso, com minha imaginação fértil, fantasiosa e até mesmo pueril, concebi mentalmente, uma grande organização de escorpiões negros, apocalípticos, intergalácticos ou do tipo guarda imperial dos faraós, com colossais pinças de aço, protegendo o indefeso “dinheirinho”, das minhas vontades furtivas, levianas, compulsivas e fúteis, os irresistíveis regozijos do dia a dia.


Após esse devaneio sem subterfúgios de estimulantes alucinógenos, divaguei sobre o uso que fazemos do “vil metal”, o deleite que ele nos proporciona e sobre a pauta dos últimos séculos no Brasil. A crise no país do eterno desenvolvimento, onde o gigante permanece adormecido, letárgico e impotente diante de seus doentes filhos. Será amada a pátria?


Insanidades e escorpiões à parte, manifestou-se indagações na minha cabeça que não carrega somente a vasta cabeleira.


De que forma eu uso meu dinheiro?


Quais as minhas prioridades financeiras e humanas?


Em que âmbito da minha vida sou afetada pela crise?