O fim da contribuição sindical joga uma pá de cal na Era Vargas. Será?


Manifestação, em abril, contra a reforma trabalhista. Fonte: O Globo

Entrou em vigor no último sábado, dia 11, a reforma trabalhista, sancionada pelo presidente Temer em 13 de julho deste mesmo ano. Uma das principais pautas que legitimaram a atual coalização no poder frente ao mundo empresarial, a alteração das normas que organizam as relações entre capital e trabalho, como não poderia deixar ser qualquer ato deste governo, divide opiniões. Se você ainda não se informou, pode conferir aqui as alterações.


As divergências tomam conta do entendimento sobre os benefícios e prejuízos que as mudanças trarão para trabalhadores e patrões e nesse fogo cruzado de opiniões, fica difícil até mesmo ponderar sobre a percepção da população sobre o tema. Ora a impressão é que existe uma predisposição para que se flexibilize determinados pontos, ora pesquisas apontam uma rejeição às mudanças. Na minha visão, entre o deboche e o descontentamento, ainda seguimos bestializados.