Três anúncios para “um filme”: Coringa e O parasita em (num) Bacurau[1]


Pergunta guia: juntar cinema e política é coisa de universitários/as? Sendo um universitário, falo por mim e, ainda, faço uma pergunta “acadêmica”: o cinema territorializa ou é reterritorializado por quem assiste? Dito de outra maneira: depois que sai do cinema, tu interpreta o filme do teu jeito ou tu é influenciado “secretamente” pelo diretor ou diretora do filme?


Conversa 1:

- Coringa... O que tu achou, Gabriel? – pergunta um amigo. - Eu amei. Assisti diversas vezes.

- No cinema?

- Só uma vez... [rs]


Conversa 2:

- Assisti “O Parasita”, hoje, no Museu da Fundação Joaquim Nabuco. – Comento com um grupo de universitários/as na frente de um bar, na ocasião do lançamento de um livro - O Corupira: mau encontro, tradução e dívida colonial - de um amigo e professor universitário chamado Alexandro Silva de Jesus.

- Cheio de “capital cultural”, hahaha – ironiza um amigo e prossegue – mas achasse o quê?